ninguém é igual a mim, por isso escrevo aqui, das coisas que sinto e que ninguém entende sem uma melhor explicação.
uma das coisas que sinto, e que me intriga por não saber explicar nem mesmo a mim, é a variação das emoções em relação às pessoas...
porque quando estamos com uma pessoa em nossa frente, sentimos algo diferente de quando estávamos longe, porque a distância nos causa uma metamorfose de sentimentos ?
aquela vontade inacabável de estar ao lado de uma determinada pessoa, acaba inexplicavelmente quando chegamos aos seus braços.
ou ainda, o contrário, aquela certeza que queremos distância de alguém, desaparece quando enxergamos o sujeito.
senhor coração, poderia por favor, decidir se ama ou não ? se é saudade ou impulso, sonho ou desejo, e pelo amor desse Deus que nos vê, pare de me atormentar ok ? ficaria profundamente grata !
e o pior de tudo, é que depois desse pedido, vem a certeza, que o coração é surdo, e eu sou burra, de dar atenção aos seus anseios.
deixando de lado essas revoltas, quero falar de outra coisa.
ah esqueci o que era. então acabo por aqui agora.
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"e eu tão singular, me vi plural"lenine

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